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Suspeito pelo desaparecimento de jornalista e indigenista na Amazônia confessa ter matado os dois

 Corpos teriam sido decapitados e queimados na terra indígena do Vale do Javari, na Amazônia; informação foi divulgada pela Band News


Nesta quarta-feira, 15,  um dos suspeitos pelo desaparecimento do indigenista brasileiro Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Philips, confessou ter matado os dois.

Osney da Costa, preso pela Polícia Federal, afirmou que ele e Amarildo dos Santos mataram Dom e Bruno. Os corpos teriam sido decapitados e queimados na terra indígena do Vale do Javari, na Amazônia.

A informação é do jornalista Valteno de Oliveira, da BandNews.

Ainda nesta quarta, a Polícia Federal deve dar uma coletiva para dar encerramento ao caso.

O indigenista brasileiro Bruno Araújo Pereira e o jornalista inglês Dom Phillips, colaborador do jornal The Guardian, desapareceram no último dia 5.

Esposa disse que corpos foram encontrados

A esposa do jornalista Dom Phillips chegou a afirmar, na segunda-feira (13/6), que a Polícia Federal (PF) teria encontrado os corpos do jornalista e do indigenista Bruno Pereira.

As autoridades ainda não confirmaram a informação, que foi revelada pelo jornalista André Trigueiro, da GloboNews.

 

No domingo, a PF disse que foram encontrados, um cartão de saúde com nome de Bruno e outros itens dele e de Dom Phillips.

Durante a tarde, os bombeiros informaram ter encontrado uma mochila, um notebook e um par de sandálias na área onde são feitas as buscas pelo jornalista inglês e pelo indigenista no interior do Amazonas.

PF negou

O Comitê de crise coordenado pela Polícia Federal do Amazonas informou que “não procedem” as informações sobre a localização dos corpos do jornalista Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira.

“Conforme já divulgado, foram encontrados materiais biológicos que estão sendo periciados e os pertences pessoais dos desaparecidos. Tão logo haja o encontro, a família e os veículos de comunicação serão imediatamente informados”, informou a PF em nota.



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